CAROLINE RONCONI

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COLUNA ALE CASTRO: Como evitar o efeito bola de neve no cartão de crédito?

COLUNA ALE CASTRO

7 de julho de 2017

Vamos começar o texto dessa sexta?!

Que mulher resiste à tentação do cartão de crédito? Ah, vamos ao shopping comprar umas coisas que estou precisando? E lá vamos nós com o grupo de amigas para uma tarde de compras básicas. Pronto, o grupo de amigas está prestes a entrar ou não na armadilha. É uma questão de decisão e não agir por impulso. Uma comprinha parcelada na primeira loja: R$ 100,00 parcelados em 3x. Ah, mas essa blusa e essa calça ficaram tão perfeitas em mim. Mais uma parcelinha dá pra pagar né!!!! Estou precisando desse agradinho, afinal eu mereço!

Alguns dias se passaram e mais alguns gastos foram acrescidos à fatura do cartão. E chegou dia 20, dia do vencimento! A partir daí começa o aprendizado que passo hoje para vocês: será que o dinheiro será suficiente para pagar essa tarde toda de compras no shopping?

Muitas pessoas passam por esse impulso de satisfazer o momento presente, mas na hora em que chega a fatura…ai que dor! E a dor de cabeça só aumenta, porque não dispondo do dinheiro para pagamento total muitas pessoas pagam o mínimo ou o parcial, gerando o efeito bola de neve e a multiplicação de juros de uma forma que só prejudica a saúde financeira.

AS MAIORES E MELHORES DICAS: USE-AS COMO MANTRAS!

1. Jamais compre por impulso;

2. Evite parcelar toda e qualquer compra com o cartão de crédito;

3. Se necessário pense mil vezes sobre a necessidade da compra. Será que preciso mesmo?

4. Não deixe de criar suas metas para realizar seus sonhos, assim você não desvia dinheiro desnecessariamente para um prazer momentâneo;

5. Tente criar seu próprio orçamento. Por exemplo: esse mês posso gastar X e nada mais que isso;

6. Disponha o uso do cartão de crédito para algo que realmente necessite o parcelamento: uma TV, uma geladeira….itens com valor mais alto;

7. Nada de pagar os cafezinhos por aí com cartão de crédito. Quando chegar a fatura e você ver o total, não adianta reclamar depois!;

8. Experimente adotar o hábito de deixar o cartão em casa, assim você se previne de futuros desastres financeiros;

9. O cartão de crédito representa a praticidade para efetuar pagamentos e no momento da compra a sensação que temos é que realmente o item está pago. Só que não!!!;

10. Tente trabalhar suas emoções. Finanças e emoções não devem caminhar juntas. Não caia no azar de comprar algo caro só porque está passando por um término de relacionamento;

11. Pratique esportes. Os esportes ativam neurotransmissores que dão a sensação de prazer, te livrando da tentação das compras por impulso. Além de garantir qualidade de vida, de quebra você ainda ganha aquele corpitcho!

Usando corretamente o cartão de crédito você aproveita mais a vida, tem uma saúde financeira mais estável e sobra mais dinheiro para realizar seus sonhos. E o melhor de tudo, fica em paz consigo mesma sem ter que traçar estratégias e raciocínios para descobrir como pagar a temida fatura. Então, já aprenderam a lição de hoje, certo? Zero impulsividade!!!

Beijos e até o próximo post girls!

Ale Castro

 

 

 

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COLUNA ALE CASTRO

2 de junho de 2017

No post passado falei sobre o consumismo no momento presente e a importância de ter uma reserva de emergência para eventualidades. Com o passar dos anos os hábitos de consumo vão mudando, as necessidades de consumo também e a recolocação no mercado trabalho se torna lamentavelmente mais difícil. Esse post tem como objetivo abrir sua mente para fazê-la pensar que o tempo pode ser seu amigo no processo de evolução da sua reserva de emergência!

Os juros compostos e o tempo são fatores decisivos para o acúmulo da sua riqueza. Seja qual for o tamanho dela, ela será a responsável pela sua tranquilidade daqui alguns anos. Não pense em querer depender da Previdência Social; se você estiver pensando assim ainda dá tempo de mudar sua rota! Estamos acompanhando os inúmeros noticiários sobre a reforma da Previdência e por aí já dá para ter uma ideia de que não é um bom negócio!!!

Resumindo tudo, a receita do bolo é essa: comece agora! Tenha você, 15, 20, 30 anos…comece já! Como eu disse, é o fator tempo aliado à multiplicação dos juros compostos que lhe garantirão uma aposentadoria tranquila. Comece poupando pequenos valores mensalmente para não desanimar no longo prazo. A cada vez que você resistir a uma compra por impulso saberá que está comprando uma vida financeira tranquila. Dependendo do plano de saúde escolhido, uma pessoa de 70 anos pode pagar até R$ 1 mil…imagine para um casal.


Retroceda alguns anos e imagine-se no momento da formação de sua família. Pois é, gastos com as despesas de casa, estudos para os filhos e outras coisas mais. Viu como a conta é grande? Isso é só para ter uma noção do que nos espera. Então bora começar um plano de riqueza para viver os anos da melhor idade tranquilamente?!

Beijos e até o próximo post!

Ale Castro

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COLUNA ALE CASTRO

26 de maio de 2017

O post de hoje chega num momento mais que oportuno. Nos últimos dias a incerteza sobre o futuro da economia do país tornou-se o assunto mais comentado entre a turma do trabalho e os grupos do WhatsApp. Por isso, está mais do que na hora de você avaliar-se e refletir como quer o cenário da sua vida daqui alguns anos. Sei que é difícil prever o que vai acontecer, mas com um planejamento podemos minimizar os efeitos de um cenário não favorável.


Quer um exemplo prático para entender melhor? Vamos criar uma personagem! Analu tem 30 anos, recebe aproximadamente R$ 3 mil e não dispensa acompanhar todas as tendências da moda, as baladas com os amigos todos os fins de semana e nem a compra do celular recém-lançado. Resumindo: Analu consegue poupar pouco do que ganha ou então não conseguirá executar tais hábitos, justamente por pensar somente no presente. Diante de uma possível demissão, nossa personagem não estará preparada para arcar com os custos de uma temporada em busca de nova recolocação, e isso pode acontecer com qualquer um de nós.

E agora Ale, o que eu faço?! Bom, o primeiro passo é PLANEJAMENTO. Os especialistas recomendam que você faça uma reserva de emergência com o valor equivalente de 6 meses a 1 ano de trabalho. Ou seja, se você ganha R$ 3 mil, para 6 meses deverá ter R$ 18 mil. E essa reserva deverá ficar intacta até que realmente apareça uma necessidade para usar; ela será o seu conforto para o período que não estiver empregada. Por isso, é importante comprar somente o necessário e policiar-se com atitudes de impulso!


Nesse post vocês aprenderam a importância da reserva de emergência e como o hábito de poupar pode nos render uma certa tranquilidade diante de uma situação desfavorável. O próximo post já está em mente! Não deixem de compartilhar essa dica e aguardo vocês na próxima semana!

Beijos

Ale Castro

 

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INSTAGRAM: @caroline.ronconi